quinta-feira, dezembro 15, 2011

PT subscreve carta compromisso do Programa Cidades Sustentáveis



CEN aprovou resolução na terça-feira (13) em apoio ao programa promovido pelo Instituto Ethos, Rede Nossa São Paulo e Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis.

Resolução da CEN sobre adesão ao Programa Cidades Sustentáveis
Nós do Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, assumimos o compromisso de mobilizar os(as) candidatos(as) a prefeito(a) para assinarem a Carta Compromisso abaixo e adotarem o Programa Cidades Sustentáveis; e os(as) candidatos à vereadores(as), caso eleitos, a adotarem a Plataforma Cidades Sustentaveis, como guia de sua ação parlamentar.
CARTA COMPROMISSO
1. Assumo o compromisso com a Plataforma Cidade Sustentáveis.
2. Concordo em produzir um documento de Diagnóstico da Situação Atual que contenha, no mínimo, os indicadores básicos da Plataforma Cidades Sustentáveis e que sirva de referência para o estabelecimento de um Plano de Metas, contemplando os 12 eixos da Plataforma, para os quatro anos da gestão. O Diagnóstico e o Plano de Metas serão apresentados em até 90 dias após a data da nossa posse. Uma revisão do Plano de Metas poderá ser feita no final do primeiro ano da gestão e deverá ser acompanhada de notas explicativas.
3. Concordo em atualizar e divulgar, no mínimo, os indicadores básicos da Plataforma no final de cada ano da gestão.
4. Concordo em publicar e divulgar um relatório de prestação de contas que contenha, no mínimo, os indicadores básicos da Plataforma e um primeiro balanço do Plano de Metas em andamento. As informações serão apresentadas em Audiência Pública, no final do segundo ano da gestão.
5. Concordo em publicar e divulgar, no mínimo, os indicadores básicos da Plataforma e o balanço do Plano de Metas da gestão, assim como apresentá-los em Audiência Pública, em até cinco meses antes do final do mandato.
São Paulo, 13 de dezembro de 2011
Comissão Executiva Nacional do PT

Acesso a remédios gratuitos cresce 264% de janeiro a novembro e beneficia quase 7 milhões

O Programa Saúde Não Tem Preço, lançado em fevereiro pelo governo, está beneficiando cada vez mais brasileiros e ampliando o acesso ao tratamento de diabetes e hipertensão no Sistema Único de Saúde (SUS).

O número de usuários da ação, que oferece 11 medicamentos, aumentou 264% nas mais de 20 mil empresas credenciadas distribuídas pelo País.
“Os números mostram que o brasileiro está mais e melhor assistido para o tratamento dessas doenças prevalentes na população, e diretamente relacionadas aos novos hábitos de vida do brasileiro”, observa o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A região Norte apresentou maior crescimento no número de beneficiados em relação ao restante do País, desde janeiro: 882%, passando de 7.713 para 75.704. O percentual foi estimulado principalmente pelo estado de Roraima que teve 15.400 % de aumento.
Destaque também para a região Centro-Oeste, onde o número de beneficiados cresceu 738% desde o início do ano, passando de 23.299 para 195.151 no mesmo período. No Nordeste, o programa apresentou 483% de crescimento. Já nas regiões Sul e Sudeste o crescimento foi, respectivamente, de 327% e 203%.
“O acesso à saúde está cada vez melhor distribuído pelo País, sem prejuízo de qualquer região. O significativo crescimento do Saúde Não Tem Preço na região Norte e Centro-Oeste mostra que a assistência farmacêutica está se ampliando de maneira equilibrada no Brasil, chegando a todos os brasileiros”, afirma o ministro Padilha.
A hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira de acordo com o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2010, que considera o diagnóstico médico referido pelo entrevistado. Ainda pelo Vigitel, a diabetes atinge 6,3% da população adulta, sendo maior em mulheres.
Além dos medicamentos gratuitos para diabetes e hipertensão, o programa oferece outros 14 produtos com 90% de desconto, para o tratamento de asma, incontinência, osteoporose, rinite, colesterol, doença de Parkinson, glaucoma e os anticoncepcionais. O número de pessoas atendidas pelo programa cresceu 201% de janeiro a novembro, saltando de 1,2 milhões para 3,8 milhões.

terça-feira, dezembro 13, 2011

Vamos lotar a sessão que vai debater o projeto da Macrozona 5

Nesta segunda, 12/12, os moradores do regiào do Ouro Verde e Campo Grande participaram ativamente da sessão na Câmara dos Vereadores para exigir a aprovação do projeto Macrozona 5.
Foi uma forte pressão popluar para que os vereadores colocasem em discussão o projeto que vai beneficiar os moradores das regiões do Campo Grande e Ouro Verde.
Como o projeto não pode ser votado em regime de urgência, foi marcada para a próxima quarta-feira (14/12) uma sessão extraordinária para debater o projeto.
A decisão foi tomada com o plenário lotado com mais de 500 manifestantes reivindicando agilidade no processo.
O projeto passará por uma primeira discussão, depois o Legislativo deverá realizar audiência pública antes da votação definitiva da proposta que já foi amplamente discutidas pela população em reuniões realizadas nos bairros.

Os bairros da região do Ouro Verde e Campo Grande foram criados em áreas rurais, sem o devido zoneamento, as construções na região não estão legalizadas, inclusive instalações industriais.

Na próxima quarta-feira, 14/12, os moradores da região do Ouro Verde e Campo Grande prometem lotar a Câmara de Vereadorespara exigir a votação do projeto da Macrozona 5.

quinta-feira, dezembro 08, 2011

Presidenta Dilma lança campanha nacional de combate ao crack

Na cerimônia de lançamento do programa Crack, é possível vencer, a presidenta afirmou que o governo federal, em parceria com estados e municípios, vai combater o crack “sem vacilação”. Segundo ela, um país que provou que é possível crescer e distribui renda e que tirou 40 milhões de pessoas da pobreza, também terá uma “política sistemática, ampla, moderna, corajosa e criativa de enfrentamento das drogas”
“Esses três verbos utilizados aqui, prevenir, cuidar e reprimir, refletem a conjugação correta do que nós pretendemos fazer através desse programa. Vida sim, drogas não. É essa a síntese desse programa. Sem sombra de dúvida, não há ainda, pelo menos na história recente da humanidade, um processo de grande sucesso, de sucesso absoluto, definitivo sobre as drogas. O que estamos fazendo aqui hoje é mais um pacto sobre um programa, sobre a atuação conjunta.”
Aos pais dos dependentes químicos, Dilma Rousseff disse que o governo fará o que estiver ao seu alcance pela recuperação dos seus filhos.
“Temos de fazer da dor deles a nossa dor e a alegria deles com a recuperação de seus filhos seja a nossa alegria. Nós sabemos que lutar, enfrentar, agir, capacitar, esclarecer, tudo isso é fundamental, mas também termos de ter sempre fé e esperança na recuperação de cada um que está nessa situação.”
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, dados sobre a dependência química no Brasil revelam que o país vive hoje uma epidemia do crack.
“Estamos sim diante de uma epidemia. De 2003 a 2011, aumentou por dez vezes o número de atendimentos na rede de saúde de situações de dependência química no país. Temos que assumir essa dimensão do desafio, não só em relação ao crack, mas à dependência química. O crack se tornou uma grande ferida social pela capacidade de desestruturar as famílias e temos que encarar esse desafio.”
Fonte: Blog do Planalto

Tarifa Social na Energia Elétrica é uma conquista garantida pelo PT

Finalmente Prefeitura de São Paulo e Eletropaulo vão fazer cadastro para a Tarifa Social. Por ser uma política implantada pelo Governo Federal, a prefeitura de São Paulo não estava garantindo esse direito aos consumidores de baixa renda, com consumo maior que 40 quilowatts/hora (kWh) e menor que 65 kWh.

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Comunidade debate o projeto da Macrozona 5

Realizamos no dia 6 de dezembro,m no Jardim São Cristovão, o debate sobre o projeto da macrozona 5, que necessita de regularização urgente, pois a população dessa região foi historicamente abandonada pelo poder público.
Muitas familias que vivem na região ainda estão sem o registro dos seus imóveis e, para que isso aconteça, a Câmara Municipal de Campinas deverá votar a aprovação do projeto.
Há ocupações, bairros e vilas que surgiram em áreas rurais como se fossem urbanas, totalmente ilegais, e com o plano logal de gestão da região, a Macrozona 5 vai permitir a legalidade.
A participação popular nos debates públicos deu respaldo às definições do Plano Local da Macrozona 5. Agora precisa ser transformado em lei para garantir os direritos dos moradores.

Uma das reivindicações dos moradores para a região é a garantia de que o terceiro plo de alta tecnologia, o Ciatec 3, será implantod em uma grande gleba da Agropecuária Acácias, que pertenceu ao Banco Safra, entre os bairros Florence e Rossim.

segunda-feira, dezembro 05, 2011

Plenária do Mandato do Dep. Estadual Gerson Bittencourt

No último sábado encontrei muitos companheiros na plenária do mandato do Deputado Estadual Gerson Bittencourt, realizada no Sindicato do Petroleiros em Campinas. 
Também foram gravados vídeos com depoimentos e mensagens para o final do ano. O Jacaré também gravou uma mensagem. Os vídeos estão sendo divulgados no site do deputado e nas redes sociais.
Participaram do evento prefeitos, secretários de governo, vereadores e lideranças petistas de Campinas e da região que conheceram as ações do primeiro ano do mandato do deputado.
Após a plenária houve uma alegre confraternização.

quarta-feira, setembro 07, 2011

Sandra cumpre um importante papel internamente no PT, para apoio ao Governo Demetrio Vilagra

Foram dias cansativos neste mês de agosto com a cassação do prefeito Dr. Helio, o companheiro Demetrio Vilagra tomou posse como prefeito.
 Sandra acompanhou todos os passos, atenta aos passos internamente no partido também a todos os fatos políticos externos que vinham ocorrendo simultaneamente  no decorrer dos dias.
A última ação,entre outras, que deu unidade partidária, consenso da militância foi a resolução, onde construir um conselho de desenvolvimento econômico social com as diversas forças da cidade. Este passo prevaleceu o consenso e a importância de se fortalecer o partido.
A decisão foi amplamente comentada e elogiada entre petistas campineiros e fora da cidade.

OPINIÃO : Chegou a hora do Trem de Alta Velocidade

Por Carlos Zarattini

Nas próximas semanas, a Câmara dos Deputados deverá votar a Medida Provisória 511, que dispõe recursos do Tesouro Nacional para o BNDES financiar o Trem de Alta Velocidade (TAV) ligando Rio de Janeiro – São Paulo – Campinas. Evidentemente, é uma grande obra que traz muitas polêmicas ao debate.
Em primeiro lugar, é fundamental realçar a importância da ligação ferroviária entre essas três cidades e as localidades intermediárias. É o principal eixo de transporte da chamada macro-metrópole do Sudeste brasileiro. Uma região já congestionada e que não pode continuar a ser atendida apenas por estradas (que já estão no limite da capacidade) ou por ligações aéreas (também já no seu limite). É necessária uma ligação de alta capacidade e de qualidade. E qualidade neste caso não significa apenas conforto, mas principalmente velocidade.
Em todos os países do mundo onde foi implantado, o TAV significou um novo padrão de transporte. E nas ligações de até 500 km substituiu, de forma satisfatória, o transporte aéreo e rodoviário, com conforto, rapidez, segurança e menor impacto ao meio ambiente.
E essas características são fundamentais para que possamos reintroduzir o transporte ferroviário de passageiros no Brasil. Desaparecido depois da descuidada privatização do setor nos anos 90, foi sempre visto como sinônimo de ineficiência e morosidade. E esse é o segundo motivo pelo qual defendemos o TAV: o concessionário deverá transferir para a ETAV (uma empresa pública) a tecnologia do sistema, de forma que as empresas nacionais irão absorvê-la e poderemos, então, ampliar as linhas de alta velocidade. Será uma verdadeira revolução tecnológica na indústria nacional do setor ferroviário. O principal questionamento a esta obra está na opção de investimento público. “Por que não investir R$ 34 bilhões nos metrôs das grandes cidades brasileiras?” Respondeu muito bem o ex-ministro dos Transportes Paulo Sergio Passos: não se trata de investimento público, o TAV será uma concessão em que os investidores deverão colocar capital próprio e o BNDES entrará com o financiamento de parte do investimento.
Ou seja, o empréstimo deverá ser pago pelos concessionários. A MP 511 dá garantias ao BNDES para que possa financiar o TAV e , dependendo do fluxo de caixa do banco, não necessariamente haverá transferência de recursos do Tesouro, muito menos neste ano de 2011. A obra só deverá se iniciar de fato em 2012. Quanto aos investimentos em metrôs, geralmente obras estaduais, não conflitam com o TAV, pois dependem mais da capacidade de financiamento dos estados, limitada pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Outros questionamentos remetem à demanda. Alguns analistas alegam que a demanda prevista será insuficiente para o equilíbrio da concessão. Ora, temos assistido a uma violenta expansão do número de viagens por todos os modos de transporte. Entre o primeiro semestre de 2010 e o mesmo período de 2009 houve um aumento de 22,5% no número de passageiros nos aeroportos brasileiros. Sem dúvida, a demanda São Paulo – Rio não deve ter crescido muito diferente desse índice.
Outra questão diz respeito às incertezas quanto ao custo da obra. Os chamados riscos da construção. É outro equívoco. O edital permite que o concessionário tenha a liberdade de redefinir o traçado previsto no estudo do governo federal, reduzindo seus custos. E é exatamente aí que os possíveis concorrentes vêm concentrando seus esforços: elaboração de traçados com menos túneis e viadutos do que o previsto originalmente.
Atrasar essa decisão pode nos levar a enterrar por décadas um projeto fundamental para a modernização do transporte em nosso País. Relembrem o que foi a discussão sobre a construção de Brasília e sobre a implantação do metrô na cidade de São Paulo. São decisões corajosas que constroem uma nação.
Carlos Zarattini é deputado federal pelo PT de São Paulo.